segunda-feira, 1 de junho de 2015

Escritores da liberdade
O enredo do filme, escritores da liberdade, desenvolve nos Estados Unidos, no Colégio Woodrow Wilson sala 203.
Tensão, conflito e violências são marcas da sala de integração, onde maioria dos alunos já sofreu ação de violência, são delinquentes ou está em situação de risco.
O filme mostra essas guerras, brigas e gangues, quando professora corajosa, animadas com o novo programa de integração da escola, se alegra ao conseguir o emprego, mas se assusta ao perceber a falta de interesse até da escola e a situação dos jovens.
A preocupação da professora aumentou cada vez mais, tinha ciência que todos seus alunos eram pessoas e que precisavam de atenção, se envolveu facilmente e conseguiu ajudá-los como pessoas, não só como alunos, afinal, tudo que acontece em nossa vida nos afeta, e os problemas vivenciados por muitos deles, acabava afetando negativamente no rendimento escolar, e a turma então ficou conhecida como: turma de reformatório.
Conhecer o seu aluno é essencial, vimos isso na teoria, na prática e também no filme. A forma utilizada pela professora foi diária, com ele conhecia suas histórias, aumentava a autoestima, os valorizava, fazia refletir e ajudava a se sentirem parte da sociedade.
Com isso, o filme incentiva a literatura, uma das artes mais importantes, que nos dias atuais, é algo que tem "sumindo" um pouco, com a chegada da nova geração, crianças estão cada vez mais cedo ganhando familiaridade com artigos tecnológicos. A arte é uma forma de expressarmos sentimentos e lermos o mundo, por isso inseri-la na educação é fundamental.
A psicomotricidade também é uma forma de incentivar e aguçar o interesse dos jovens, que nessa idade são tão ativos e querem se movimentar, como fizeram no filme algumas vezes no projeto.
Com tudo, o mais importante é a realidade social, que nos faz refletir sobre a metodologia de ensino tradicional, pois podemos nos deparar com situações assim como no filme em que tenhamos que nos empenhar para encontrar matérias diferentes, métodos que se adequam, situações que interessam, como por exemplo, trabalhar a questão do preconceito, mostrar que ninguém é melhor que ninguém, e que sim, somos diferentes, mas cada um tem o jeito, e isso não estabelece um padrão de melhor ou pior, todos têm seu valor.
Na vida, várias vezes encontramos pessoas que nos desestimulam, são negativos. A realidade em muitas escolas se assemelha da sala 203, com várias profissionais negativos, mas se ainda sim conseguir se dedicar e da o seu melhor seja na escola ou em qualquer área, verá resultados positivos, o principal, sua felicidade.
Portanto, o filme mostra que é possível resgatar através da educação, A escola precisa trabalhar com respeito e assim como vimos nas aulas de PPIP, temos que inserir a realidade dos alunos no currículo escolar, para que tenha um significado.
Ficou interessado, o filme está disponível nesse site, dublado.
Meu pé esquerdo
O filme conta a história de Christy Brown, um homem que nasceu com paralisia cerebral, e a única parte do seu corpo que não foi afetada, foi seu pé esquerdo.
Podemos notar que a principio, nesse filme de anos atrás que o conhecimento sobre deficiências era pouco, por isso existia sempre o medo do estranho, ao conhecer e ter que se adequar a um "anormal". Atualmente, temos o google e nele encontramos de tudo, mas ainda assim, o conhecimento sobre os deficientes é bem fraco, as pessoas não se interessam, por isso ainda podemos perceber esse sentimento de espanto em muitas pessoas em relação à PNE.
No filme, com o passar dos anos, Christy mostrou a cada dia a sua vontade de viver, surpreendeu seu pai e a nos telespectadores.
Um fato do filme que comove e que é reproduzido na vida real é a falta de acessibilidade, que é algo importantíssimo e que na maioria dos casos não é saciado, as dificuldades para suprir as suas necessidades,a adaptação das pessoas a sua volta, o que fazer para melhorar a sua convivência, a falta de "materiais" para explorar e induzir o seu desenvolvimento e aprendizagem, em casa, na escola...
Christy mostrou que todos são capazes de se desenvolver, a sua mãe em todo momento acreditou e o ajudou. Mas a doutora com seu conhecimento mais aprimorado conseguiu de fato melhorar a vida do Christy, fazendo com que se controlasse cada vez mais e com isso se tornando autônomo.
O filme nos faz refletir sobre o fato de que temos que acreditar no potencial dos outros, inclusive daqueles que o mundo diz "não ter jeito", pois eles podem se superar, e surpreender a todos, a sociedade julga pela aparência.
Vimos que a arte também foi uma forma de ajudá-lo (literatura, pintura e música) a psicomotricidade com os exercícios.
Outro ponto, nesse não juntaria apenas PPIP, AE e PP, mas todas as matérias. A cidadania que é o exercício dos direitos e deveres, devemos respeitar e sermos respeitados, independente de qualquer coisa.
Para os interessados no filme completo, só acessar esse site, legendado.
Esses dois laboratórios se repararmos bem, estão cada vez mais vivos, saem das teorias e das aulas da Margareth e partem para a vida real, práxis.
Como professoras, refletindo sobre filmes como esses, aprendemos que, por exemplo, a reabilitação, uma prática importantíssima pode ser realizada com AE e PP, melhorar a autoestima, aumentar o rendimento escolar, etc.
Não sejam professores medianos, usem o exemplo de filmes como esse e faça o seu melhor, usando todo seu conhecimento e força de vontade!
Camila Dias, Luciana Gonzaga, Rebeca Xavier, Júlia Ramos e Vitória Ribeiro
Reflexão sobre os filmes No filme “meu pé esquerdo”, a professora utilizou o livro como metodologia para que ele pudesse ler e pronunciar as palavras com mais clareza, pois só a mãe que o entendia. Esse menino faz tudo com o pé esquerdo, ele trabalha com a coordenação motora global e fina, pois ele vai desde escrever á chutar e defender a bola no futebol. Além da psicomotricidade o filme também puxa para o lado da arte, mostrando desde a determinação do personagem por conta das suas limitações, mas principalmente como trabalhar arte com pessoas com deficiência. Através de muito esforço e insistência da mãe e da professora ele acaba conseguindo falar melhor. A professora também incentivou a pintura, como ele só mexia com o pé esquerdo ela usou isso ao favor dele, pois assim ele ate conseguiu dinheiro vendendo os quadros e ainda escreveu sua própria biografia. No primeiro bimestre, nas aulas de pratica de ensino passamos a compreender que a pessoa com paralisia cerebral tem dificuldades motoras, não intelectuais ou cognitivas. Esse filme veio complementar o conteúdo ministrado nas aulas e mostrar mais uma vez que a falta de conhecimento alimenta o preconceito.
No filme “escritores da liberdade”, a professora deu um caderno para que cada aluno escrevesse sobre suas vidas. Ela conseguiu ter o manejo de classe por meio dessa proposta. Ela desenvolveu métodos para que o aluno se conheça. Ela trabalha de uma forma que cativa e faz com que os alunos se interessem pela aula e estimula o aluno a querer mais conhecimento. Ela trabalhou com a arte da escrita e expressão de sentimentos por meio dos textos, trabalhando assim o cognitivo e também o afetivo dos alunos. Sobre a coordenadora ela se limita a somente executar o plano de ensino proposto.
ALUNAS: Ana Beatriz, Isabela Hott, Lorena Barbosa, Raísa Rangel e Thayla Souza.
Assistimos os filmes Meu Pé Esquerdo e Escritores da Liberdade. O filme fala sobre a evolução e superação de um menino chamado Chrirty Brown que nasceu com paralisia cerebral, n tendo movimento e controle do seu corpo, exceção do seu pé esquerdo e é com esse pé q ele se torna pintor e escritor. O filme mostra que ainda tem muitas pessoas dentro da própria casa que não aceitam a diferença do próximo, mostra o preconceito e a importância que o pai acha da opinião dos outros por seu filho ter paralisia. Mostra também que enquanto ele não fazia nada o pai não tinha orgulho dele, e não o considerava da família. Quando ele escreveu "mãe" com o seu pé esquerdo que era o único movimento que tinha, o pai foi tomando orgulho dele e deixando o preconceito de lado. Mesmo sendo diferente os irmãos e a mãe sempre aceitaram ele mesmo sendo diferente, e os irmãos sempre envolviam Christy na brincadeira. O pai não gostava de ter um filho "diferente", mas esse preconceito não acontecia só dentro de casa, pois quando ele se apaixonou, fez uma pintura em um quadro e escreveu uns versos na borda, a moça ficou encantada mas quando ficou sabendo que era o deficiente, ela fez questão de devolver. Pontos positivos - a superação do Chrity q mostrou q é capaz de ser "igual" a todos e que mesmo com deficiência ele foi capaz de aprender, co auxílio de uma professora que se importou com ele. Pontos negativos - Como na época não era "normal" nascer com paralisia cerebral, muitas pessoas achavam q era castigo de Deus. Outro ponto negativo foi q ninguém acreditava nele, todos pensavam q ele n sabia nada, q ele n entendia nada.
Sobre o filme Escritores da Liberdade, achamos que a professora deveria ter deixado os alunos irem para frente e ter novas experiências e mudar o professora, achamos também que a professora deveria pegar novas turmas para que pudesse passar essas e outras experiências também para outros alunos. Ela não sabia separar as coisas da escola para casa, deveria saber se organizar mai. Achamos também que a professora levou a situação muito pro lado afetivo, arrumou outros empregos por conta da escola e não tinha tempo para sua vida pessoal. A professora conseguiu fazer os alunos prestarem atenção com a própria história deles, e aprender a conviver um com os outros, por que todos tinham algo em comum. Achamos que a professora levou uma dinâmica interessante para eles perceberem que eram todos iguais. Um ótimo ponto foi que ela levou o conteúdo de um jeito em que o alunos se interessem e aprendam com mais vontade. Os alunos aprenderam a se respeitar e respeitar o próximo é a professora deu a oportunidade deles se aproximarem.
Alunas: Thamires, Nathally, Leticia, Daiane e Amanda.
O filme relata sobre uma professora inexperiente ,onde teve muita dificuldade com o seu domínio de classe pois seus alunos eram bem problemáticos e isso causou uma ma expressão pois a professora é vista como representante do domínio dos brancos nos Estados Unidos e isso causou impacto diante deles que eram negros ,e com isso foi difícil todo problema q avia uma discussão entre eles ela sempre chamava alguém pra ajuda. Mas sempre sendo meio que não tendo o apoio da escola ai ela começo a se interagir com eles sempre querendo leva lo para um conhecimento mas amplo mas sempre era mal vista por eles e depois de muita batalha e luta contra eles que achava que a vida não tinha mas jeito ,mostrado pra eles q eles poderia sim alcança todos os seus objetivos na vida ,criados métodos diferentes,e através de diário onde cada um tinha o seu ela pode sabe as dificuldades de cada um e a sua historia e com isso começo a transformação de um pequena professora que ajudo a vida daqueles jovem e é isso que acontece com os jovens de hoje em dia onde não tem auxilio dos pais, nem da família ,e principalmente da sociedade e o filme mostra uma pouco disso que vê acontecendo no nosso país, onde vários crianças e adolescentes ,e aquela professora viu pontecial naqueles alunis e ela foi ate o fim e conseguiu muda a vida de muita gente através da sua pedagogia.
Analise do filme meu pé esquerdo: O filme relata sobre uma criança que tinha paralisia cerebral e não tinha controle do seu corpo uma realidade totalmente diferente do primeiro filme que fala sobre a dificuldade social ,onde fala sobre um menino onde era bem esforçado e com suas limitações ele encarava a vida , e seu pai não acreditava na capacidade de seu filho mas ele se surpreendeu pois seu filho ,mas mãe deixou a família passar frio e fome, quando o marido ficou desempregado, para não mexer nas economias que fazia com a finalidade de comprar a cadeira de rodas do filho.e sua mãe não deixava ele vive suas vivencias na vida ,ma s ao passa do tempo ele encontro uma pessoa que mudo sua vida uma mulher e tudo pareceu mas fácil pra ele co isso deixo uma grande experiênciade vida que com o amor do próximo a vida do ser humano pode muda da melhpor pra pior assim como mudo a vida do crist.
Grupo: Tatiana, Larissa, Celma, Aline, Maxilane.
Nos filmes assistidos pelo grupo, pudemos notar em ambas as histórias, a integração das pessoas que se consideram e/ou são consideradas diferentes em algum determinado lugar, em "Escritores da Liberdade", os alunos da sala 203 não se falavam muito e o diálogo foi estabelecido pela professora e em "Meu Pé Esquerdo" a integração do Christy foi feita no momento da brincadeira com as outras crianças da vizinhança, por que no desenrolar do filme, o preconceito não parte das crianças, parte sim da falta de informação dos adultos, a visão da época sobre os deficientes é diferente da de hoje em dia, a evolução da definição de "portadores de necessidades especiais".
Outro ponto notado pelo grupo foi a postura considerada incorreta da professora em "Escritores da Liberdade" quando ela trata de assuntos além da sala de aula, como a estrutura familiar de cada um dos alunos da sala, se apegar aos alunos da classe, deixar de pensar na vida pessoal e focar apenas na vida profissional. Todas as profissões exigem dedicação, mas a total entrega ao trabalho pode ser prejudicial até mesmo para a saúde do professor. 
Gostamos quando em ambos os filmes, os personagens se superam, ultrapassando barreiras e pondo à prova o conhecimento das pessoas em volta deles, quando em "Meu Pé Esquerdo" o Christy faz pinturas belíssimas comparadas a de outros artistas "normais", por que naquela época, os deficientes eram considerados incapazes de quase tudo, mas no filme mostra exatamente o contrário, que os deficientes, se quiserem, podem fazer muitas coisas, melhores até dos considerados normais e em "Escritores da Liberdade" a professora consegue acompanhar a turma até a faculdade, mostrando aos espectadores que é importante conhecer seus direitos quando professor, estudar legislações e normas da escola em que leciona. E para tudo isso dar um resultado positivo, é preciso ter conhecimento sobre métodos de ensino, psicologia infantil (ou juvenil) e saber a personalidade da turma.

Alunos: Carol Carneiro, Kathellen, Roberta, Mariana e Alice.
Análise do filme Escritores da liberdade e meu pé esquerdo. Ambas histórias fala sobre dificuldades, desafios e preconceitos estabelecidos pela sociedade. No filme escritores da liberdade, fala sobre uma professora que pensa que tudo é perfeito, mas se depara com uma realidade totalmente diferente, como a que temos hoje em dia no Brasil, mas com muita determinação ela consegue fazer a turma "se levantar". E no filme meu pé esquerdo fala sobre um menino que nasceu com paralisia cerebral e que que era olhado com olhares críticos, e até da própria família, pois sempre diziam que ele não seria capaz de aprender alguma coisa, mas ele mostrou que tinha capacidade sim para aprender, ele foi mostrando isso aos poucos usando apenas o seu pé esquerdo e desenvolvimento seus poderes para as pinturas. Ele sofria muito com decepções amorosas. Ele foi um guerreiro, pois ninguém dava nada por ele, mas ele mostrou seu esforço, habilidades e capacidades.

Alunas: Raíssa Ferreira, Isabela Marinho, Vitória Oliveira, Andrielly e Lohá.