terça-feira, 24 de maio de 2016

Trabalho de P.P.P (surdez)



•Como o Ouvido Funciona

A orelha (anteriormente chamada de ouvido) pode ser dividida em três partes: externa, média e interna. A membrana do tímpano é a divisão entre as porções externa e média da orelha. Nesta última se situam os três ossículos da audição, os menores ossos do corpo humano: martelo, bigorna e estribo. Estes são responsáveis por transmitir à orelha interna os sons que chegam ao tímpano. A cóclea (orelha interna) é o órgão que transforma as vibrações mecânicas dos ossículos em impulsos elétricos e os envia ao cérebro através do nervo auditivo.

·   O que é mesmo surdez?

     Surdez é exatamente a diminuição da audição, ou seja, a baixa da capacidade de escutar e entender os sons. Podendo acontecer em qualquer grau, de leve a moderada, severa ou até profunda, que é aquela onde não se escuta e não se entende nada e pode acontecer em pessoas de qualquer idade.

· Quais são os tipos da surdez?

· Surdez de transmissão ou de condução:
É quando existe uma lesão a nível do ouvido externo ou médio, que impede a transmissão das ondas sonoras. Neste caso existe uma situação de audição reduzida, mas não de surdez. Para que haja surdez é necessário que o próprio nervo auditivo esteja danificado.
· Surdez de recepção ou neurossensorial:
É quando existem lesões do ouvido interno ou do nervo auditivo que transmite o impulso ao cérebro. A transmissão das vibrações sonoras é feita normalmente mas a sua transformação em percepção auditiva está perturbada. Existe assim, uma dificuldade na identificação e integração da mensagem.
· Surdez mista: É quando existe, ao mesmo tempo, uma lesão do aparelho de transmissão e de recepção.

·  Observação: A surdez pode ser congénita ou adquirida (icterícia, traumatismo, infecções, febres, viroses, meningites, otites, intoxicações medicamentosas, …) conforme tenha o indivíduo nascido surdo ou tenha adquirido a surdez por causas patológicas ou traumáticas.
·E quais são os possíveis graus da surdez?
 O volume ou intensidade dos sons é medido por unidades chamadas decibéis (dB), de tal modo que verifica-se a partir da perda auditiva em decibéis, a existência de diferentes graus de surdez. Os tipos de surdez podem ser classificados entre alguns graus de surdez.
Acompanhe agora informações mais detalhadas de cada grau da surdez:
• Surdez leve:
Apresenta uma perda auditiva de até 40 dB. Essa perda impede a percepção perfeita de todos os fonemas da palavra, mas não impede a aquisição normal da linguagem. Pode, no entanto, causar algum problema articulatório ou dificuldade na leitura e/ou escrita.
Surdez moderada:
Apresenta perda auditiva entre 40 e 70 dB. Esses limites se encontram no nível da percepção da palavra, sendo necessário uma voz de certa intensidade para que seja claramente percebida.

Surdez severa:
Apresenta uma perda auditiva entre 70 e 90 dB.
Surdez profunda:
 Apresenta perda auditiva superior a 90 dB.

A seguir temos uma representação em imagem dessa breve explicação:
·         Um questionamento frequente também, é a respeito da evolução da surdez. Afinal, ela se mantém no grau em que se inicia ou aumenta com o decorrer do tempo?
Na verdade varia, pois haverá casos onde a pessoa terá o mesmo nível de surdez para sempre, mas não é uma regra já que ela pode sim evoluir, e evolui.

·Mas como é que funciona essa evolução então?
A evolução da surdez depende do tipo e também da causa. Casos existem em que a audição é totalmente recuperada com medicamentos, cirurgias ou aparelhos auditivos. Exemplos: otites, perfurações do tímpano, fixação dos ossículos. Se houver uma perda auditiva devido à exposição a ruídos acima do limite tolerável (80 decibéis), a audição pode retornar ao normal em 24 horas. Entretanto, se essa exposição for repetitiva, a lesão causada no ouvido interno poderá ser definitiva e a surdez, irreversível. Nas crianças com otite média e perdas auditivas, a audição tende a normalizar com tratamento adequado. Na presbiacusia (surdez do idoso) e na perda auditiva por certos medicamentos de uso contínuo, a surdez tende a aumentar gradativamente.
•Alguma coisa pode ser feita pra prevenirmos a surdez? Sim!
São muitos os fatores que levam à deficiência auditiva ou surdez. Como também há muitas atitudes preventivas que possibilitam impedir que a criança venha a desenvolver deficiência auditiva.
Nunca coloque qualquer objeto, incluindo cotonetes, dentro de seu canal auditivo. Se o fizer, pode acabar forçando a cera para dentro e entupir o canal ou danificar o tímpano;
Não se esqueça de vacinar seu filho contra sarampo, caxumba e meningite;
Se você for uma mulher em idade de engravidar, consulte seu médico sobre possíveis métodos de imunização contra a rubéola;
Na gestação, é essencial a realização dos exames pré-natais;
·Recém-nascidos devem ser submetidos ao teste da orelhinha.
Uma vez constatada a deficiência, a busca de tratamento deve ocorrer rapidamente!

·Mas como é que esses tratamentos podem ocorrer? Quais são eles?
O tratamento da surdez depende da causa. Alguns exemplos de surdez e respectivos tratamentos:
- Se a perda auditiva for devido a um acúmulo de cera no canal do ouvido, o médico simplesmente fará a remoção com o instrumental do consultório.
- Nas perfurações timpânicas e nas lesões ou fixação dos ossículos (martelo, bigorna, estribo), o tratamento é cirúrgico.
- Nos casos de secreção acumulada atrás do tímpano (otite secretora) por mais de 90 dias, a cirurgia também está indicada.
- Na doença de Meniere (surdez, tontura, zumbido), o tratamento é clínico e, às vezes, cirúrgico.
- Em casos de tumores, o tratamento indicado pode ser essencialmente cirúrgico, radioterápico ou radio cirúrgico.
Em qualquer caso de suspeita de alteração auditiva, seja transitória ou permanente, é indispensável a avaliação de um médico otorrinolaringologista, especialista em nariz, ouvido e garganta. Posteriormente, o paciente deverá ser encaminhado para a realização dos exames audiológicos, geralmente realizados por um fonoaudiólogo.

Bibliografia= ·         https://www.google.com.br/search?q=graus+de+surdez&biw=1517&bih=741&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwjHg7Gqz9rMAhUEx5AKHZRODNAQsAQILg&dpr=0.9#imgdii=ZsjMtHkMRDiWSM%3A%3BZsjMtHkMRDiWSM%3A%3BpKhC6qcoGQNZaM%3A&imgrc=ZsjMtHkMRDiWSM%3A
·http://reouvir.org.br/index.php/surdez/
.http://www.acessibilidadeinclusiva.com.br/os-diferentes-graus-de-surdez/
·http://www.direitodeouvir.com.br/como-prevenir-problemas-auditivos/
·http://vozsilencio.blogspot.com.br/2010/03/tipos-de-surdez.html

•Alunas: Alice, Júlia e Nicolle.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Surdez: Causas e Prevenções



A surdez, também chamada de deficiência auditiva, pode ser congênita ou adquirida. É a diminuição da audição ou seja da capacidade de escutar e entender.
Na surdez congênita a criança adquire a deficiência durante a gestação. A aquisição da surdez pelo bebê pode se dar por:
  • Medicamentos tomados pela gestante;
  • Doenças adquiridas durante a gestação, como sífilis e toxoplasmose;
  • Hereditariedade;
  • A exposição da mãe a radiações e problemas no parto;
  • O fato de a criança nascer antes ou depois do tempo;
  • Infecções hospitalares e;
  • O uso de fórceps para retirar a criança ou a falta de oxigenação.
Algumas doenças deixam como sequela a surdez, e se uma gestante for contaminada por alguma dessas doenças, a sequela pode afetar o bebê. São elas:
  • Rubéola,
  • Toxoplasmose,
  • Sarampo,
  • Sífilis,
  • Herpes,
  • Diabetes,
  • Pressão alta,
  • Meningite, entre outras.
A surdez que essas doenças causam é a chamada surdez de percepção ou neuro-sensorial. Nesse tipo de surdez ocorre lesão nas células nervosas e sensoriais que levam o estímulo do som da cóclea até o cérebro. As doenças que atingem a cóclea e o nervo auditivo raramente têm tratamento.
Quando dizemos que a perda auditiva é por condução, isso quer dizer que há algo bloqueando a passagem do som da orelha externa até a orelha interna. Ela pode ocorrer pelo rompimento do tímpano, excesso de cera que se acumula no canal auditivo, introdução de algum material no canal auditivo. Infecção nos ossículos da orelha média também pode causar a surdez por condução. Esse tipo de surdez é revertido por medicamentos ou cirurgia.

Outro tipo de perda auditiva é chamado de surdez central. Ele ocorre à medida que envelhecemos e faz parte de um processo natural do corpo. Assim como a visão e o coração, o sistema auditivo da pessoa também sofre desgaste ao longo dos anos, e a maneira como a pessoa trata os ouvidos ao longo da vida influencia bastante na Presbiacusia (nome técnico dado à surdez por envelhecimento).
O volume ou intensidade dos sons é medido por unidades chamadas decibéis (dB), de tal sorte que verifica-se a partir da perda auditiva em decibéis, a existência de diferentes graus de surdez.
O grupo dos parcialmente surdos engloba os sujeitos com surdez leve e os com surdez moderada.
A surdez leve apresenta uma perda auditiva de até 40 dB. Essa perda impede a percepção perfeita de todos os fonemas da palavra, mas não impede a aquisição normal da linguagem. Pode, no entanto, causar algum problema articulatório ou dificuldade na leitura e/ou escrita.
A surdez moderada apresenta perda auditiva entre 40 e 70 dB. Esses limites se encontram no nível da percepção da palavra, sendo necessário uma voz de certa intensidade para que seja claramente percebida.
Há ainda o grupo dos que abrange os indivíduos com surdez severa e os com surdez profunda. A surdez severa apresenta uma perda auditiva entre 70 e 90 dB. O indivíduo só consegue ouvir sons próximos e algumas palavras amplificadas. O processo de aquisição da linguagem oral não é feito de forma espontânea.
O indivíduo com surdez profunda apresenta perda auditiva superior a 90 dB. Não consegue perceber a fala através da audição, mas pode perceber sons altos e vibrações. Apresenta muitas limitações para aquisição da linguagem oral.

A evolução da perda auditiva depende da causa ou da gravidade da lesão. Por exemplo , se houver uma perda auditiva devido a uma exposição de ruídos, acima do limite tolerado ( 75 decibéis), a audição pode retornar ao normal em 24 horas. Entretanto, se a exposição for repetitiva, a lesão causada no ouvido interno poderá ser definitiva, portanto, será irreversível. Em crianças com infecção no ouvido médio (otite média) vai ocorrer acúmulo de secreção atrás do tímpano que, na maioria das vezes, é absorvida pelo organismo e a audição tende a normalizar em algumas semanas. Na Presbiacusia (surdez do idoso) e na Ototoxidade(surdez por medicamento) a perda auditiva, em geral, aumenta gradativamente.

Dicas de prevenção:  Mulheres devem ser vacinadas contra a rubéola antes de engravidar. Na gestação, é essencial a realização dos exames pré-natais. Crianças devem ser vacinadas contra sarampo, meningite e caxumba. Recém-nascidos devem ser submetidos ao teste da orelhinha. Deve-se evitar exposição ao barulho e usar protetores de ouvido em situações de exposição. Trabalhador exposto ao barulho deve se proteger com tampões e realizar exames auditivos com freqüência.

O tratamento da surdez depende da causa. Se a perda auditiva for devido a um grande acúmulo de cera no canal do ouvido, o médico simplesmente fará a remoção usando o instrumental do consultório. Nas perfurações timpânicas e nas lesões ou fixação dos ossículos (martelo, bigorna, estribo) o tratamento é cirúrgico. Nos casos de secreção acumulada atrás do tímpano (otite secretora) por mais de 90 dias, sem melhora da audição, a cirurgia também está indicada. Na doença de Meniére o tratamento é clínico e, às vezes, cirúrgico. Em casos de tumores, o tratamento indicado pode ser essencialmente cirúrgico, radioterápico ou radio cirúrgico. Muitos pacientes têm indicação de aparelhos auditivos (aparelhos de surdez), cuja função é amplificar os sons. Para aqueles pacientes com surdez severa e profunda que não se beneficiam com esses aparelhos está indicado o uso do implante coclear. Os implantes cocleares são sistemas eletrônicos implantados cirurgicamente, que têm a função de transmitir estímulos elétricos ao cérebro através do nervo auditivo. No cérebro esses estímulos elétricos são interpretados como sons.





Webliografia 

http://www.direitodeouvir.com.br/
                                   www.medel.com/br/hearing-loss/
www.brasilmedia.com/
reouvir.org.br
www.acessibilidadeinclusiva.com.br
revistapesquisa.fapesp.br
                                        http://www.surtel.com.br





Alunas: Thayla de Souza, Roberta Barbosa e Tatiana Menezes
Turma: 3003

domingo, 15 de maio de 2016

Surdez: Assunto sério

Nesse Vídeo iremos falar sobre um assunto pouco comentado, mas de super importância: SURDEZ, ao decorrer do vídeo, iremos explicar cade detalhe do que é surdez, os graus que ela atinge, os tipos de surdez, como a surdez evolui e o seu tratamento,





Doenças Heterogêneas, o que é?
É muito grande o número conhecido de doenças genéticas heterogêneas, ou seja, que exibem fenótipos muito semelhantes, porém são condicionadas por mecanismos genéticos diferentes, por genes situados em locos distintos (heterogeneidade não-alélica) ou ainda por alelos diferentes, em diversas combinações, de um mesmo gene (heterogeneidade alélica). Com os avanços da biologia molecular, a cada dia são descobertos novos genes causadores de doenças tidas, até então, como determinadas por um único loco ou alelo. Na prática do aconselhamento genético e do diagnóstico clínico de anomalias hereditárias, é importante que se conheça e se leve em conta o grau de heterogeneidade dessas doenças, pois além de esse fenômeno ser causa importante de variação clínica, é fundamental para a correta estimativa dos riscos de recorrência.
ALGUMAS INFORMAÇÕES SOBRE SURDEZ CONGÊNITA

No contexto das doenças genéticas, a surdez é um defeito cuja incidência é significativa na população, podendo ser considerada um problema importante de saúde pública. Ela assume uma importância considerável dentro das deficiências congênitas ou adquiridas e traz graves conseqüências para o desenvolvimento da criança e da sociedade. A surdez congênita é uma afecção comum que está presente nas crianças em freqüência que varia, segundo os vários autores, de 1 : 2000 a 1 : 600, dependendo da região ou país. A incidência do defeito varia nas diferentes populações como conseqüência de variação de fatores ambientais, capacidade diagnóstica e cuidado com a saúde local; nos países desenvolvidos, cerca de uma em cada 1000 crianças nasce com alguma deficiência auditiva significante e mais ou menos metade (1/2000) apresenta surdez hereditária. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 10% da população mundial apresenta algum tipo de problema auditivo devendo, portanto, existir cerca de 15 milhões de deficientes auditivos no Brasil, sendo 350 mil indivíduos portadores de surdez profunda. Pelo Censo Demográfico de 1991 (Fundação Instituto de Geografia e Estatística - IBGE), existem cerca de 174.000 casos de deficiência auditiva no Brasil (0,12% da população). Estima-se que pelo menos 1,13% da população brasileira apresente algum tipo de deficiência; entre os afetados, 10,41% são surdos. Nos países desenvolvidos tem ocorrido nas últimas décadas uma diminuição acentuada das causas ambientais de doenças, o que, consequentemente, tem aumentado a importância relativa das doenças genéticas e parcialmente genéticas causadoras da morbidade e mortalidade, principalmente em crianças. Já aqui no Brasil, como existe entre nós, em relação à surdez congênita, um excesso de casos ambientais, originários de infecções ocorridas durante a gravidez e de má assistência médica durante a gestação, parto e período neo-natal, espera-se que o risco de repetição seja diferente do encontrado nos países do primeiro mundo, cujas estatísticas são usadas tradicionalmente para se compor os riscos de recorrência levando-se em conta a proporção de casos ambientais e genéticos. Altas somas de dinheiro são investidas pelo Estado e pelas famílias na manutenção das crianças deficientes auditivas. A prevenção da surdez deverá auxiliar na redução desse custo destinado à educação especial da criança surda e do seu tratamento médico. No âmbito familial, o aconselhamento genético é fundamental no sentido de prevenir o surgimento de novos casos de surdez, tendo como uma das finalidades fornecer informação aos pais sobre os riscos de repetição do defeito em uma futura criança que venham a gerar e aos propósitos quanto a transmissão aos seus filhos.

Webliografia:

Surdez - UNIPAC DOC

 https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20111002155934AAES08f

 http://www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/97106/mapeamento-de-genes-responsaveis-por-doencas-heterogeneas/


Alunas: Raíssa Ferreira, Aline Silva, Thamires Alves.
Turma: 3003 CN


Erros de Gravação:


 



quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Trabalho de PP


  • A professora pode dividir em grupos, o primeiro grupo vai fazer o circuito e vai passar pela seguinte etapa:

  • 1: Passando pelo laser feito de linhas


  • 2: Pulando dentro dos pneus o mais rápido possível mas, sempre respeitando o limite do seu corpo

    3: depois formando duplas para o carrinho de mão

  • 23:53



  • Por último, corrida de saco, Lembrando sempre que nós Professores precisamos respeitar o limite do seu aluno, se ele não conseguir mais, é necessário que o deixo parar.

  • Aluna : Júlia Coelho Ramos

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Atividade Avaliativa 2 de PP


Percorrer circuitos


Como primeiras atividades, organize no pátio da escola percursos ou labirintos, confeccionados com diferentes materiais: cordas, bancos, caixas, caixotes, pneus, bambolês, mesas, tábuas, sacos de batatas, para poder pular (você pode utilizá-las para fazer planos inclinados ou pontes), etc.Convide as crianças percorrerem esse circuito, explorando o espaço de diferentes maneiras: subindo, descendo, agachando-se, arrastando-se, pulando, passando por cima, por baixo, rodeando, equilibrando-se, pulando, passando por pontes e corredores, entrando e saindo de caixas e túneis de diferentes tamanhos, etc.

Organize as crianças em dois grupos.
 

É interessante que você proponha esse tipo de situação algumas vezes. Varie o formato e tipo do percurso e os objetos utilizados.



Alunas:Thamires e Tatiana 

domingo, 29 de novembro de 2015

Os ursos dorminhocos e o seu tesouro

Instituto de Educação Prof Ismar Gomes de Azevedo. Alunas: Alice Corrêa e Júlia Coelho •Ursos dorminhocos e seu tesouro Formação: Formar com os alunos uma roda grande. Cada criança fica dentro de um pequeno círculo desenhado sob os pés, exceto duas que ficarão no centro da roda, deitadas de olhos fechados. Elas serão os ursos dorminhocos. Desenvolvimento: Todos os jogadores andam a vontade, saindo de seus lugares, exceto os ursos dorminhocos que continuam dormindo protegendo o seu tesouro. Eles deverão desafiar os ursos gritando-lhes: “ Ursos dorminhocos”! Inesperadamente, os ursos acordam mas somente um urso sai para pegar um dos lugares assinalados no chão, enquanto o outro urso fica no seu lugar protegendo o tesouro. Os participantes se comunicam e escolhem uma dupla para tentar pegar o tesouro, sendo que um precisa distrair o urso enquanto o outro da dupla tenta pegar o tesouro. Todas as outras crianças procuram fazer o mesmo, distraindo o urso pai para que ele não volte para a sua "casa" e pegar a dupla, se caso isso acontecer, a dupla que for pega entrará no lugar dos ursos dorminhocos. Alunas: Alice Corrêa e Júlia Coelho 2003 CN
Artes Plásticas: Romero Brito

Romero Brito tem origens pernambucanas, ele começou a mostrar interesse pelas artes com apenas 8anos de idade, ele começou fazendo pintura em papelão. Sua primeira exposição foi aos 14anos para a (O.E.A.) organização dos estados americanos.
Seus quadros sempre mostram cores fortes, fomas geométricas e traços visíveis de alegria.

Objetivo
  • Ampliar o gosto pelo arte 
  • Começar vida e a obra do artista 
  • Conhecer e fixar as formas geométricas 
  • Expressar emoções e sentimentos (sensibilidades)
Material usado: caixinha de suco, canudos, sobras de e.v.a e papel cartão colorido, pote de iogurte, botões e cartolina ou folha A4


Música: Hino Nacional Brasileiro
Autor: Joaquim Osório

Ensinaria a letra da música aos alunos, e com auxilio de um dicionário traduziria a palavra por uma mais fácil e que tem o mesmo significado.

Com esta proposta, os alunos terão oportunidade para:
Ø Conhecer e compreender o significado do Hino Nacional Brasileiro;
Ø Desenvolver amor e respeito pela sua pátria;
Ø Exercitar a cidadania e como colocá-la em prática;
Ø Explicar ao educando que país é esse, e quais os deveres como brasileiros;
Ø O que é amar a terra em que nascemos.

Após eles aprenderem o hino, confeccionaria com eles uma bandinha com vários instrumentos feitos de materiais recicláveis, com o objetivo de executar a música com as próprias crianças cantando e tocando.





Literatura
Livro: A fábrica mágica (Maria Cristina Furtado)

A Fábrica Mágica faz brinquedos mais do que especiais: acionados por magia, eles falam e interagem com as crianças que os ganham. Certo dia, um grande incidente ocorreu na fábrica, e a mágica parece ter dado errado: os brinquedos ficaram com algumas deficiências. Mas isso não significa que eles não podem ser amados...

•Através do livro podemos fazer uma análise com os alunos e confeccionar brinquedos com materiais recicláveis e sucata.

•Material: rolinho de papel higiênico, papel cartão, caneta preta, latas e retalhos de TNT.



Teatro - O mágico de Oz
Autor: L. Frank Baum

Ensinaria os alunos a fabricar os personagens utilizando os materiais feitos de sucatas, onde eles passariam a ser os personagens ampliando sua imaginação. 

Objetivo: Conseguir expressar os sentimentos e as emoções, reconhecer a interpretação dos atores e se comportar a um espetáculo de teatro.

Material usado: pratos de plásticos, sobras de e.v.a, canudos e papel alumínio.

Cinema: Robôs de Chris

Objetivo: usar a arte em sala para falar de reciclagem utilizando o cinema e para isso, primeiro seria abordado o tema e logo após, reproduzido o filme ROBÔS de  CHRIS.         .


  •   Escolhi esse filme porque passa uma mensagem sobre capitalismo e consumismo onde pra ser considerado atual tem que ter peças novas e se vc reutiliza peças usadas vc é considerado fora de linha.Demonstraria as crianças a sua importância de reutilizar materiais após o filme com a confecção de um robô feito por sucatas

Alunas: Aline Silva (artes plasticas), Julia Coelho(literatura), Mariana Ribeiro(cinema), Maxilane Alves(teatro) e Raíssa Ferreira(musica).