Nesse Vídeo iremos falar sobre um assunto pouco comentado, mas de
super importância: SURDEZ, ao decorrer do vídeo, iremos explicar cade detalhe do que é surdez, os graus que ela atinge, os tipos de surdez, como a surdez evolui e o seu tratamento,
Doenças Heterogêneas, o que é?
É muito grande o número
conhecido de doenças genéticas heterogêneas, ou seja, que exibem fenótipos
muito semelhantes, porém são condicionadas por mecanismos genéticos diferentes,
por genes situados em locos distintos (heterogeneidade não-alélica) ou ainda
por alelos diferentes, em diversas combinações, de um mesmo gene
(heterogeneidade alélica). Com os avanços da biologia molecular, a cada dia são
descobertos novos genes causadores de doenças tidas, até então, como determinadas
por um único loco ou alelo. Na prática do aconselhamento genético e do
diagnóstico clínico de anomalias hereditárias, é importante que se conheça e se
leve em conta o grau de heterogeneidade dessas doenças, pois além de esse
fenômeno ser causa importante de variação clínica, é fundamental para a correta
estimativa dos riscos de recorrência.
ALGUMAS
INFORMAÇÕES SOBRE SURDEZ CONGÊNITA
No contexto das doenças
genéticas, a surdez é um defeito cuja incidência é significativa na população,
podendo ser considerada um problema importante de saúde pública. Ela assume uma
importância considerável dentro das deficiências congênitas ou adquiridas e
traz graves conseqüências para o desenvolvimento da criança e da sociedade. A
surdez congênita é uma afecção comum que está presente nas crianças em
freqüência que varia, segundo os vários autores, de 1 : 2000 a 1 : 600, dependendo
da região ou país. A incidência do defeito varia nas diferentes populações como
conseqüência de variação de fatores ambientais, capacidade diagnóstica e
cuidado com a saúde local; nos países desenvolvidos, cerca de uma em cada 1000
crianças nasce com alguma deficiência auditiva significante e mais ou menos
metade (1/2000) apresenta surdez hereditária. Segundo dados da Organização
Mundial de Saúde (OMS), 10% da população mundial apresenta algum tipo de
problema auditivo devendo, portanto, existir cerca de 15 milhões de deficientes
auditivos no Brasil, sendo 350 mil indivíduos portadores de surdez profunda.
Pelo Censo Demográfico de 1991 (Fundação Instituto de Geografia e Estatística -
IBGE), existem cerca de 174.000 casos de deficiência auditiva no Brasil (0,12%
da população). Estima-se que pelo menos 1,13% da população brasileira apresente
algum tipo de deficiência; entre os afetados, 10,41% são surdos. Nos países
desenvolvidos tem ocorrido nas últimas décadas uma diminuição acentuada das
causas ambientais de doenças, o que, consequentemente, tem aumentado a
importância relativa das doenças genéticas e parcialmente genéticas causadoras
da morbidade e mortalidade, principalmente em crianças. Já aqui no
Brasil, como existe entre nós, em relação à surdez congênita, um excesso de
casos ambientais, originários de infecções ocorridas durante a gravidez e de má
assistência médica durante a gestação, parto e período neo-natal, espera-se que
o risco de repetição seja diferente do encontrado nos países do primeiro mundo,
cujas estatísticas são usadas tradicionalmente para se compor os riscos de
recorrência levando-se em conta a proporção de casos ambientais e genéticos.
Altas somas de dinheiro são investidas pelo Estado e pelas famílias na
manutenção das crianças deficientes auditivas. A prevenção da surdez deverá
auxiliar na redução desse custo destinado à educação especial da criança surda
e do seu tratamento médico. No âmbito familial, o aconselhamento genético é
fundamental no sentido de prevenir o surgimento de novos casos de surdez, tendo
como uma das finalidades fornecer informação aos pais sobre os riscos de
repetição do defeito em uma futura criança que venham a gerar e aos propósitos
quanto a transmissão aos seus filhos.
Webliografia:
Alunas: Raíssa Ferreira, Aline Silva, Thamires Alves.
Turma: 3003 CN
Erros de Gravação:
Nenhum comentário:
Postar um comentário