segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Atividade Avaliativa 2 de PP


Percorrer circuitos


Como primeiras atividades, organize no pátio da escola percursos ou labirintos, confeccionados com diferentes materiais: cordas, bancos, caixas, caixotes, pneus, bambolês, mesas, tábuas, sacos de batatas, para poder pular (você pode utilizá-las para fazer planos inclinados ou pontes), etc.Convide as crianças percorrerem esse circuito, explorando o espaço de diferentes maneiras: subindo, descendo, agachando-se, arrastando-se, pulando, passando por cima, por baixo, rodeando, equilibrando-se, pulando, passando por pontes e corredores, entrando e saindo de caixas e túneis de diferentes tamanhos, etc.

Organize as crianças em dois grupos.
 

É interessante que você proponha esse tipo de situação algumas vezes. Varie o formato e tipo do percurso e os objetos utilizados.



Alunas:Thamires e Tatiana 

domingo, 29 de novembro de 2015

Os ursos dorminhocos e o seu tesouro

Instituto de Educação Prof Ismar Gomes de Azevedo. Alunas: Alice Corrêa e Júlia Coelho •Ursos dorminhocos e seu tesouro Formação: Formar com os alunos uma roda grande. Cada criança fica dentro de um pequeno círculo desenhado sob os pés, exceto duas que ficarão no centro da roda, deitadas de olhos fechados. Elas serão os ursos dorminhocos. Desenvolvimento: Todos os jogadores andam a vontade, saindo de seus lugares, exceto os ursos dorminhocos que continuam dormindo protegendo o seu tesouro. Eles deverão desafiar os ursos gritando-lhes: “ Ursos dorminhocos”! Inesperadamente, os ursos acordam mas somente um urso sai para pegar um dos lugares assinalados no chão, enquanto o outro urso fica no seu lugar protegendo o tesouro. Os participantes se comunicam e escolhem uma dupla para tentar pegar o tesouro, sendo que um precisa distrair o urso enquanto o outro da dupla tenta pegar o tesouro. Todas as outras crianças procuram fazer o mesmo, distraindo o urso pai para que ele não volte para a sua "casa" e pegar a dupla, se caso isso acontecer, a dupla que for pega entrará no lugar dos ursos dorminhocos. Alunas: Alice Corrêa e Júlia Coelho 2003 CN
Artes Plásticas: Romero Brito

Romero Brito tem origens pernambucanas, ele começou a mostrar interesse pelas artes com apenas 8anos de idade, ele começou fazendo pintura em papelão. Sua primeira exposição foi aos 14anos para a (O.E.A.) organização dos estados americanos.
Seus quadros sempre mostram cores fortes, fomas geométricas e traços visíveis de alegria.

Objetivo
  • Ampliar o gosto pelo arte 
  • Começar vida e a obra do artista 
  • Conhecer e fixar as formas geométricas 
  • Expressar emoções e sentimentos (sensibilidades)
Material usado: caixinha de suco, canudos, sobras de e.v.a e papel cartão colorido, pote de iogurte, botões e cartolina ou folha A4


Música: Hino Nacional Brasileiro
Autor: Joaquim Osório

Ensinaria a letra da música aos alunos, e com auxilio de um dicionário traduziria a palavra por uma mais fácil e que tem o mesmo significado.

Com esta proposta, os alunos terão oportunidade para:
Ø Conhecer e compreender o significado do Hino Nacional Brasileiro;
Ø Desenvolver amor e respeito pela sua pátria;
Ø Exercitar a cidadania e como colocá-la em prática;
Ø Explicar ao educando que país é esse, e quais os deveres como brasileiros;
Ø O que é amar a terra em que nascemos.

Após eles aprenderem o hino, confeccionaria com eles uma bandinha com vários instrumentos feitos de materiais recicláveis, com o objetivo de executar a música com as próprias crianças cantando e tocando.





Literatura
Livro: A fábrica mágica (Maria Cristina Furtado)

A Fábrica Mágica faz brinquedos mais do que especiais: acionados por magia, eles falam e interagem com as crianças que os ganham. Certo dia, um grande incidente ocorreu na fábrica, e a mágica parece ter dado errado: os brinquedos ficaram com algumas deficiências. Mas isso não significa que eles não podem ser amados...

•Através do livro podemos fazer uma análise com os alunos e confeccionar brinquedos com materiais recicláveis e sucata.

•Material: rolinho de papel higiênico, papel cartão, caneta preta, latas e retalhos de TNT.



Teatro - O mágico de Oz
Autor: L. Frank Baum

Ensinaria os alunos a fabricar os personagens utilizando os materiais feitos de sucatas, onde eles passariam a ser os personagens ampliando sua imaginação. 

Objetivo: Conseguir expressar os sentimentos e as emoções, reconhecer a interpretação dos atores e se comportar a um espetáculo de teatro.

Material usado: pratos de plásticos, sobras de e.v.a, canudos e papel alumínio.

Cinema: Robôs de Chris

Objetivo: usar a arte em sala para falar de reciclagem utilizando o cinema e para isso, primeiro seria abordado o tema e logo após, reproduzido o filme ROBÔS de  CHRIS.         .


  •   Escolhi esse filme porque passa uma mensagem sobre capitalismo e consumismo onde pra ser considerado atual tem que ter peças novas e se vc reutiliza peças usadas vc é considerado fora de linha.Demonstraria as crianças a sua importância de reutilizar materiais após o filme com a confecção de um robô feito por sucatas

Alunas: Aline Silva (artes plasticas), Julia Coelho(literatura), Mariana Ribeiro(cinema), Maxilane Alves(teatro) e Raíssa Ferreira(musica). 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O rádio, os CDs e DVDs e os filmes como recursos educativos.


        RÁDIO 

O rádio é um dos meios de comunicação de massa mais antigo. Com os avanços datecnologia e o uso da internet o seu poder de difusão tornou-se ainda maior, podendo atingir
todo o mundo. Mas, por outro lado sabemos que muitas rádios são utilizadas apenas para finscomerciais, quando também poderiam ser aproveitadas para fins educativos e culturais, o quecertamente poderá trazer grandes contribuições para o ambiente escolar.O rádio no processo educacional consiste num recurso tecnológico que se exploradode forma a integrar os educadores e educandos num ambiente dialógico e de pesquisa,possibilita a construção de uma educação em que o ensino-aprendizagem se torna maisdinâmico possibilitando a troca de experiências

CDs

Trabalhar com CDs em sala de aula é sempre uma forma de mostrar para os alunos que existem outros meios de se trocar informações, além dos conteúdos abordados nos livros didáticos.As músicas populares servem para ampliar o repertório de jovens e crianças, acrescentar-lhes um vocabulário mais amplo, estimular a reflexão dos assuntos e criar um lado crítico sobre determinados temas.Para isso, é importante que os professores selecionem músicas que estejam próximas do contexto dos alunos ou dos conteúdos abordados nas várias disciplinas.Para as crianças pequenas, há uma enorme variedade de músicas como as da Arca de Noé, de Vinícius de Moraes; os Saltimbancos, adaptadas por Chico Buarque. Para os adolescentes o melhor são rap, samba ou os clássicos populares, como Tom Jobim, Elis Regina, João Gilberto, Caetano Veloso, Dorival Caymmi, dentre outros.

DVDs


O DVD é uma tecnologia de maior uso cotidiano pelos alunos. O DVD tem um papel preponderante e especial na ligação das pessoas com o mundo, com diferentes realidades, enfocando diversas faces: tristeza, alegria, informação, diversidade; as imagens são lúdicas, dinâmicas, impactam e até interagem com as crianças, jovens e adultos.O referencial teórico deste trabalho aborda as ideias de estudiosos que muito tem se dedicado ao estudo, análises críticas e estratégias de como devem ser trabalhados o vídeo pedagogicamente. Moran (1993) que enfoca as tecnologias como mediação ao saber fazer pedagógico; Pereira (1997) que mostra estratégias de como fazer leituras através de imagens, como também Duarte (2002) a qual enfatiza que um trabalho como TV, vídeo, câmeras, DVD, imagens em celulares desenvolve a competência para ver.


FILMES

Assistindo a um filme, aprendemos a ver o mundo de outra forma. Na tela do cinema ou da TV, a história é contada não apenas por meio de palavras, mas também por imagens, sons e outros recursos que às vezes nem são percebidos conscientemente pelo espectador, mas que estão ali, colaborando para despertar emoções. Sentados diante de uma aventura, um romance ou uma comédia, exercitamos mais os sentidos do que imaginamos. "Essa arte deve ser apresentada aos estudantes não apenas como forma de transmitir um determinado conteúdo, mas como um estudo de uma linguagem diferente da verbal", diz Carmen Zink Bolonhini, coordenadora do projeto "Do cinema à leitura: o funcionamento de diferentes formas de linguagem", do Departamento de Linguística da Unicamp. "No cinema, o verbal combina-se com o visual e, nessa perspectiva, muitos elementos podem servir de suporte para a produção da narrativa, como as cores usadas, o vestuário das personagens, a velocidade das cenas, a música etc. Descobrir esses elementos e analisá-los faz com que os jovens aprendam a ler outra linguagem".
"O cinema desloca nosso olhar e oferece outra perspectiva, além das que nos são transmitidas pela família, pela escola e por outras mídias", explica André Costa, cineasta e educador em artes visuais. "Ver um filme é uma experiência estética, e o que é educar senão experimentar?", completa ele, que dá aulas de cinema na Faap e é um dos sócios da Olhar Periférico Filmes. "Os filmes também são feitos com base em preconceitos sensoriais, e localizá-los pode ser um exercício analítico muito educativo", sugere Carmen, que é uma das autoras dos livros "Discurso e Ensino - o Cinema na Sala de Aula" e "Quem é o Rei no Rei Leão?", nos quais orienta o questionamento de alguns símbolos ultradisseminados. Por exemplo: o mal se veste com cores escuras, enquanto heroínas perambulam com vestidos rodados e de tons claros - por quê? E o que dizer da música, que fica mais alta e retumbante quando o filme quer passar a sensação de suspense? Tambores despertam medo, enquanto o som de cordas acalma e cria uma atmosfera romântica. Aliás, você já experimentou assistir a um filme de terror sem o som? A experiência muda completamente. 

Alunas: Thamires, Júlia e Alice

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Atividade Avaliativa de A.E ( SUCATAS )

Aluna: Alice

Cinema Filme: A Educação de pequena árvore 

Origem/ano: EUA, 1997

 Diretor: Richard Friedenberg

Sinopse: Nos anos 30, numa sociedade cheia de preconceitos, o índio Cherokee Pequena Árvore cresce sob os cuidados dos avós e dos ensinamentos de seu povo. As diferenças com a educação local o obrigam a frequentar uma escola tradicional e a mudar de nome, mas nada é suficiente para tirá-lo de suas origens.

 * Materiais necessários

 * Papelão e EVA * Papel ofício * Lápis

Procedimento da dinâmica

* Formar duplas

 * Dar a cada dupla uma folha de papel e um lápis. Pedir que listem todas as frases que ouvem frequentemente no seu dia-a-dia e que consideram agressivas, ofensivas ou que causam desconforto. Informar tempo para execução; * Pedir a cada dupla que, das frases escirtas/listadas, escolham a mais forte para apresentar ao grupo;
* Quando todas as duplas tiverem escolhido sua frase, pedir que encontrem uma forma clara e gentil de dizer a mesma coisa.
* Cada dupla lê para o grupo a frase original e a frase transformada.
* Após todos lerem as frases transformadas, cada dupla colaria-as em cada folha da árvore.



Aluna: Thayla 

Música:Minha Boneca de Lata (Xuxa)

Escolhi a música boneca de lata da Xuxa, pelo fato de trabalhar o esquema corporal. 


Boneca de Lata

Minha boneca de lataBateu a cabeça no chãoLevou mais de uma horaPra fazer a arrumaçãoDesamassa aquiPra ficar boaMinha boneca de lataBateu o o nariz no chãoLevou umas duas horasPra fazer a arrumaçãoDesamassa aquiDesamassa aliPra ficar boaMinha boneca de lataBateu a barriga no chãoLevou umas três horasPra fazer a arrumaçãoDesamassa aquiDesamassa aliDesamassa aquiPra ficar boaMinha boneca de lataBateu o bumbum no chãoLevou umas quatro horasPra fazer a arrumaçãoDesamassa aquiDesamassa aliDesamassa aquiDesamassa aliPra ficar boaMinha boneca de lataBateu o joelho no chãoLevou umas cinco horasPra fazer a arrumaçãoDesamassa aquiDesamassa aliDesamassa aquiDesamassa aliDesamassa aquiPra ficar boaMinha boneca de lataBateu o pé no chãoLevou umas seis horasPra fazer a arrumaçãoDesamassa aquiDesamassa aliDesamassa aquiDesamassa aliDesamassa aquiDesamassa aliPra ficar boa.


Trabalharia com o reconhecimento das partes do corpo humano, na disciplina de ciências. 

Da seguinte maneira:

*Confeccionaria com eles a boneca de lata retratada na música e com ela já pronta, feita de sucata (latas de mesclai, leite em pó, barbante) e indagaria aos alunos onde se localizam as respectivas partes do corpo, pedindo para que eles apontassem na boneca, ou colocassem uma plaquinha com o nome na respectiva parte do corpo. 

*É uma segunda opção seria em uma aula seguinte, trabalhando agora a disciplina de educação física. Propor que em sala mesmo, confeccionássemos pés de lata (lata de leite em pó e barbante) para uma corrida de pé de lata, um momento mais descontraído, porém não deixando a visão pedagógica de lado, ajudaria a desenvolver a coordenação motora da criança, além do equilíbrio.


Aluna:Thamires

Artes Plasticas: Tarsila do Amaral 

Escolhi as obras de Tarsila do Amaral pelo fato de trazer muitos elementos da cultura brasileira. As cores lembram a nossa bandeira, bichos da nossa fauna, frutas tropicais, elementos do folclore brasileiro e as pessoas de diferentes regiões e classes sociais, eu escolhi a obra dos OPERÁRIOS que eu iria reproduzir usando as seguintes sucatas:




*Prédios: usaria caixas de remédios encapados com papel silhueta

*Janelas: usaria palitos de fósforos 

*Fumaça: usaria bombril 

*Tubos: usaria rolos de papel higiênicos pintados de cinza

*Os operários: pediria para cada aluno levar para a sala de aula uma foto 3x4 para representar os operários

  

Aluna: Tatiana 

Artes Plasticas: Romero Britto 

Romero Britto (1963) é um famoso pintor e artista plástico brasileiro. Radicado em Miami, nos EUA, ficou conhecido pelo seu estilo alegre e colorido, por apresentar uma arte pop, despojada da estética clássica e tradicional. É considerado um dos artistas mais prestigiados pelas celebridades americanas e o pintor brasileiro mais bem sucedido fora do Brasil.Romero Britto (1963) nasceu no Recife, Pernambuco, no dia 6 de outubro de 1963. Começou seu interesse pelas artes na infância, quando usava sucatas, papelões e jornais para exercitar a sua criatividade. Eram tempos de pobreza e muitas limitações na cidade do Recife. Romero Britto também começou nessa época a usar a grafitagem, o que foi de grande influência em seu trabalho.



 Aluna: Roberta 

Literatura: Monteiro Lobato


Conhecer as obras de Monteiro Lobato deveria ser atividade obrigatória em todas a escolas. Lobato significa literatura de qualidade e não ler sua obra significa abrir mão de livros que representam nossa própria identidade cultural. Trabalhar Monteiro Lobato, é vivenciar dentro da literatura infantil um mundo rico em cultura, em um mundo mágico de personagens que encantam a todos.


Material:

*garrafa pet  

*pote de sorvete  

*sua imaginação .






domingo, 22 de novembro de 2015

Atividade Avaliativa 2 de PP


O equilíbrio e a cooperação
 - Corrida do tênis 

Os participantes devem se dividir em duplas. Os cadarços dos tênis devem ser amarrados ao da sua dupla e ambas as duplas se colocarão na linha de partida, eles devem chegar ao fim do trajeto e voltar no menor tempo possível, passando por obstáculos e evitando que caiam ou que derrubem sua dupla. A primeira dupla a chegar ao inicio novamente ganha.

Corporeidade e os limites do corpo.

 - Arranca - Rabo 

O grupo é dividido em dois, os integrantes de um dos times penduram um pedaço de fita na parte de trás da calça ou da bermuda. Eles serão fugitivos. Ao sinal do mestre, os fugitivos correm tentando impedir que as crianças do time adversário peguem suas fitas, quando todos os rabos forem arrancados, as equipes trocam os papéis , quem era pegador vira fugitivo. Trabalha o limite do corpo, da seguinte maneira : Quando o mestre der o sinal, será cronometrado, por exemplo, 20 minutos de brincadeira, e o pegador deverá correr atrás do fugitivo, e mesmo que não esteja mais aguentando a corrida´ele irá superar os limites por bem da equipe, pela vitória do grupo. Nisso será trabalhado também o espírito competitivo da criança.

Componentes: Roberta Barbosa e Thayla de Souza

"Atividade Avaliativa de P.P"

Instituto de Educação Prof Ismar Gomes de Azevedo.
Alunas: Alice Corrêa e Júlia Coelho •Urso dorminhoco Formação: Formar com os alunos uma roda grande. Cada criança fica dentro de um pequeno círculo desenhado sob os pés, exceto uma que ficará no centro da roda, deitada de olhos fechados. Ela é o urso dorminhoco. Desenvolvimento: Todos os jogadores andam a vontade, saindo de seus lugares, exceto o urso dorminhoco que continua dormindo. Eles deverão desafiar o urso gritando-lhe: “ Urso dorminhoco”! Inesperadamente, o urso acorda e corre para pegar um dos lugares assinalados no chão. Todas as outras crianças procuram fazer o mesmo. Quem ficar sem lugar será o urso dorminhoco.

Circuito

Organização do circuito
 separe duas bolas ou qualquer objeto que não seja pesado para que as crianças passam passar uma para a outra
 pegue barbante e forme pelo menos  dois níveis de alturas diferentes para que a criança passe por baixo (como dança da corda)
 arranje pelo menos três sacos de batata para a corrida de saco  

Formação: divida as crianças em dois grupos, e forme duas filas. 

Como ocorrera  o circuito:
 a primeira criança da fila  devera passar a bola para o que esta atrás por cima da cabeça e depois o ultimo da fila devera passar a bola por baixo das pernas ate o primeiro

2º assim que a bola chegar na primeira criança, essa mesma criança devera passar a bola para a segunda da fila fazendo com que isso de repita enquanto o primeiro saíra para a segunda etapa do circuito que sera a "dança da corda"
(onde terá alturas diferentes para desafia-las)

 apos ter passado pela segunda etapa do circuito a criança devera ir para a terceira parte do circuito que é a corrida do saco, e ao fim esperar todos os integrantes do grupo para que sejam os campeões 
objetivo: estimulas a corporeidade e a cooperação
  
observe: os demais participantes deveram fazer o mesmo percurso, a equipe só ganha apos o ultimo da fila ter passado por todo esse circuito

(fiz um video para ficar mais claro o entendimento desse circuito)
Atenção: foi tudo feito bem improvisado, usando cadeiras e vassouras para fazer alguns níveis de altura diferentes, mas quando for ser feito com as crianças, se certifique de que os objetos do circuito não machucara elas.
Aline Silva e Raíssa Ferreira 

sábado, 21 de novembro de 2015

Trabalho de A.E (Sucata)

Trabalho de A.E (Sucata) Cinema Filme: A Educação de pequena árvore Origem/ano: EUA, 1997 Diretor: Richard Friedenberg Sinopse: Nos anos 30, numa sociedade cheia de preconceitos, o índio Cherokee Pequena Árvore cresce sob os cuidados dos avós e dos ensinamentos de seu povo. As diferenças com a educação local o obrigam a frequentar uma escola tradicional e a mudar de nome, mas nada é suficiente para tirá-lo de suas origens. * Materiais necessários * Papelão e EVA * Papel ofício * Lápis Procedimento da dinâmica * Formar duplas; * Dar a cada dupla uma folha de papel e um lápis. Pedir que listem todas as frases que ouvem frequentemente no seu dia-a-dia e que consideram agressivas, ofensivas ou que causam desconforto. Informar tempo para execução; * Pedir a cada dupla que, das frases escirtas/listadas, escolham a mais forte para apresentar ao grupo; * Quando todas as duplas tiverem escolhido sua frase, pedir que encontrem uma forma clara e gentil de dizer a mesma coisa. * Cada dupla lê para o grupo a frase original e a frase transformada. * Após todos lerem as frases transformadas, cada dupla colaria-as em cada folha da árvore. Alice da Silva Corrêa, 2003 CN

Atividade avaliativa 2 de PPIP


O aluno e sua auto - avaliação Ao término de cada bimestre, você reserva alguns minutos de aula para que cada aluno reflita sobre o que estudou e como fez isso. Numa ficha com uma série de itens, é preciso responder a perguntas sobre comportamento, procedimentos de estudo e conteúdos. No fim, cada um atribui uma nota a si próprio, que você vai considerar na média da disciplina. "Até que a turma reconhece as próprias falhas!", você se surpreende. Mas, nos meses seguintes, a garotada não corrige os deslizes que apontou na autoavaliação. Por que isso ocorre? A intenção foi a melhor possível: a abertura para o diálogo na avaliação é uma medida interessante tanto para o estudante tomar consciência de seu percurso de aprendizagem e se responsabilizar pelo empenho em avançar - é a chamada autorregulação - como para ajudar o docente a planejar intervenções em sala. Mas a forma como a autoavaliação foi aplicada não é a mais recomendável. É provável que a atividade tenha sido encarada como uma mera formalidade. Nesses casos, a tal "postura crítica" da turma é pouco mais que um apanhado de coisas que o professor espera ouvir: "Preciso bagunçar menos", "Tenho de respeitar os colegas", "Faltou estudar antes para a prova". Componentes : Robertta Barbosa Tatiana Menezes e Thayla Souza.

Trabalho de A.E (SUCATA)

Literatura
livro: A fábrica mágica (Maria Cristina Furtado)


A fábrica Mágica faz brinquedos mais do que especiais : acionados por magia, eles falam e interagem com as crianças que os ganham. Certo dia, um grande incidente ocorreu na fábrica, e a mágica parece ter dado errado: os brinquedos ficaram com algumas deficiências. Mas isso não significa que eles não podem ser amados...

  • Através do livro podemos fazer uma análise com os alunos e confeccionar brinquedos com materiais recicláveis e sucatas .
  • Material: Foram feitos com rolinho de papel higiênico, papel cartão e caneta preta.
  • Objetivo: posicionar- se de maneira crítica e construtiva, utilizando o diálogo.




    


                                         

Instituto de Educação Professora Ismar Gomes de Azevedo
Aluna: Júlia Coelho
nº: 19
Professora: Margareth Amaral

 
 




sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Esse jogo estimula a corporeidade e a cooperação, explorando diferentes atividades corporais...

                             Juntos nos Obstáculos / Circuitodos


Formar dois grupos onde os alunos iram juntos e “presos” com um elástico de costura.
Na quadra, colocar cones, bambolês, cordas, e em um lugar da quadra colocar para pular em um pé só por 10 segundos. Fazer um circuito em que os alunos deverão passar todos juntos no elástico.
Variação: também pode-se marcar um tempo para os alunos realizarem a tarefa, o que fizer em menos tempo ganha.
Essa atividade trabalha a corporeidade, a cooperação,explorando diferentes atividades corporais, desafiando o próprio corpo e respeitando os seus limites 


Alunas:Thamires e Tatiana