sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O rádio, os CDs e DVDs e os filmes como recursos educativos.


        RÁDIO 

O rádio é um dos meios de comunicação de massa mais antigo. Com os avanços datecnologia e o uso da internet o seu poder de difusão tornou-se ainda maior, podendo atingir
todo o mundo. Mas, por outro lado sabemos que muitas rádios são utilizadas apenas para finscomerciais, quando também poderiam ser aproveitadas para fins educativos e culturais, o quecertamente poderá trazer grandes contribuições para o ambiente escolar.O rádio no processo educacional consiste num recurso tecnológico que se exploradode forma a integrar os educadores e educandos num ambiente dialógico e de pesquisa,possibilita a construção de uma educação em que o ensino-aprendizagem se torna maisdinâmico possibilitando a troca de experiências

CDs

Trabalhar com CDs em sala de aula é sempre uma forma de mostrar para os alunos que existem outros meios de se trocar informações, além dos conteúdos abordados nos livros didáticos.As músicas populares servem para ampliar o repertório de jovens e crianças, acrescentar-lhes um vocabulário mais amplo, estimular a reflexão dos assuntos e criar um lado crítico sobre determinados temas.Para isso, é importante que os professores selecionem músicas que estejam próximas do contexto dos alunos ou dos conteúdos abordados nas várias disciplinas.Para as crianças pequenas, há uma enorme variedade de músicas como as da Arca de Noé, de Vinícius de Moraes; os Saltimbancos, adaptadas por Chico Buarque. Para os adolescentes o melhor são rap, samba ou os clássicos populares, como Tom Jobim, Elis Regina, João Gilberto, Caetano Veloso, Dorival Caymmi, dentre outros.

DVDs


O DVD é uma tecnologia de maior uso cotidiano pelos alunos. O DVD tem um papel preponderante e especial na ligação das pessoas com o mundo, com diferentes realidades, enfocando diversas faces: tristeza, alegria, informação, diversidade; as imagens são lúdicas, dinâmicas, impactam e até interagem com as crianças, jovens e adultos.O referencial teórico deste trabalho aborda as ideias de estudiosos que muito tem se dedicado ao estudo, análises críticas e estratégias de como devem ser trabalhados o vídeo pedagogicamente. Moran (1993) que enfoca as tecnologias como mediação ao saber fazer pedagógico; Pereira (1997) que mostra estratégias de como fazer leituras através de imagens, como também Duarte (2002) a qual enfatiza que um trabalho como TV, vídeo, câmeras, DVD, imagens em celulares desenvolve a competência para ver.


FILMES

Assistindo a um filme, aprendemos a ver o mundo de outra forma. Na tela do cinema ou da TV, a história é contada não apenas por meio de palavras, mas também por imagens, sons e outros recursos que às vezes nem são percebidos conscientemente pelo espectador, mas que estão ali, colaborando para despertar emoções. Sentados diante de uma aventura, um romance ou uma comédia, exercitamos mais os sentidos do que imaginamos. "Essa arte deve ser apresentada aos estudantes não apenas como forma de transmitir um determinado conteúdo, mas como um estudo de uma linguagem diferente da verbal", diz Carmen Zink Bolonhini, coordenadora do projeto "Do cinema à leitura: o funcionamento de diferentes formas de linguagem", do Departamento de Linguística da Unicamp. "No cinema, o verbal combina-se com o visual e, nessa perspectiva, muitos elementos podem servir de suporte para a produção da narrativa, como as cores usadas, o vestuário das personagens, a velocidade das cenas, a música etc. Descobrir esses elementos e analisá-los faz com que os jovens aprendam a ler outra linguagem".
"O cinema desloca nosso olhar e oferece outra perspectiva, além das que nos são transmitidas pela família, pela escola e por outras mídias", explica André Costa, cineasta e educador em artes visuais. "Ver um filme é uma experiência estética, e o que é educar senão experimentar?", completa ele, que dá aulas de cinema na Faap e é um dos sócios da Olhar Periférico Filmes. "Os filmes também são feitos com base em preconceitos sensoriais, e localizá-los pode ser um exercício analítico muito educativo", sugere Carmen, que é uma das autoras dos livros "Discurso e Ensino - o Cinema na Sala de Aula" e "Quem é o Rei no Rei Leão?", nos quais orienta o questionamento de alguns símbolos ultradisseminados. Por exemplo: o mal se veste com cores escuras, enquanto heroínas perambulam com vestidos rodados e de tons claros - por quê? E o que dizer da música, que fica mais alta e retumbante quando o filme quer passar a sensação de suspense? Tambores despertam medo, enquanto o som de cordas acalma e cria uma atmosfera romântica. Aliás, você já experimentou assistir a um filme de terror sem o som? A experiência muda completamente. 

Alunas: Thamires, Júlia e Alice

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